Fórum de Trabalho Intermédio sobre os efeitos da crise atual no nosso território de referência
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Prezados/as participantes,
A partir de hoje e até ao dia 12 de Abril de 2010 abriremos um fórum de discussão sobre os efeitos da atual crise global no nosso território.
Este intercâmbio virtual de idéias, opiniões e experiências é um valor agregado ao Curso, pois o conhecimento coletivo certamente nos enriquecerá a todos/as.
Desde 2007, que o crescimento e o emprego mundiais vêem a ser afetados por uma crise geral que, embora não se possa considerar de forma inquestionável que tenha sido diretamente provocada pela globalização, foi através dela propagada a todo o planeta e afeta, embora com diferente intensidade, praticamente todos os territórios. A crise, que começou por ser do sistema financeiro, com o aparecimento de elevados níveis de incumprimento dos pagamentos do crédito bancário nos Estados Unidos, rapidamente se propagou a todo o mundo, pois os títulos do crédito de alto risco – posteriormente designados por “produtos tóxicos” - foram vendidos a instituições financeiras europeias, asiáticas e americanas, originando grandes perdas nessas instituições e, como consequência, o crédito interbancário desapareceu ou ficou extremamente limitado, obrigando os bancos a reduzirem o crédito concedido às famílias e às empresas.
Os consumidores, ao observarem a queda das bolsas mundiais, a redução do valor dos seus bens, começaram a sentir receio pelo futuro, diminuíram o seu consumo, primeiro de bens duradouros, depois de bens correntes, perdendo a confiança no mercado. Tal conduziu a que, por sua vez, as empresas enfrentassem uma forte diminuição na procura dos seus produtos e reduzissem a produção, diminuíssem os seus investimentos e começassem a despedir trabalhadores, provocando novas diminuições da procura e, assim, nova queda da atividade econômica.
Deste modo, a crise no domínio econômico, ao originar despedimentos, falências e encerramento de empresas gerou, como consequência, gravíssimos problemas sociais e um forte recuo no progresso efetuado em muitos territórios para reduzir a pobreza e melhorar o bem-estar de suas populações.
Tomando como base os temas tratados nesta primeira etapa do curso e a crise global que vivemos com maior ou menor intensidade, gostaríamos de lançar um debate sobre a forma como ela tem afetado o nosso território, refletindo sobre quatro questões:
- De que forma a crise atual tem afetado o seu território de referência e o seu processo de desenvolvimento?
- Quais as principais ações desenvolvidas para contrariar ou minimizar os seus efeitos?
- As ações desenvolvidas em seu território foram implementadas isoladamente pelos atores locais ou refletem uma ação promovida a um nível mais alargado, regional, nacional ou mesmo internacional?
- Em que medida consideram que o vosso território tem sabido responder aos desafios da crise, antecipando soluções ou respondendo a posteriori aos seus efeitos?
Tal como é prática do nosso programa, gostaríamos que tomasse em conta algumas “regras de jogo” relativamente ao funcionamento do fórum, tais como:
- Respeito: pelas intervenções dos/as colegas, entendendo que as experiências, contextos e formas de expressão respondem a histórias de vida individuais;
- Abertura: para opiniões diferentes uma vez que o Fórum é um espaço de debates que oferece a possibilidade de expressar opiniões divergentes o que enriquece o conhecimento;
- Brevidade: na medida do possível as intervenções devem ser apresentadas de forma precisa e consistente;
- Coerência e pertinência: as intervenções se referem à temática particular que se aborda, priorizando aspectos técnicos e evitando juízos de valor;
- Liberdade e confiança: para que o Fórum se converta realmente em um espaço de discussão e debate cordial e amigável, onde se aprofundam os conhecimentos do Curso mediante à análise dos elementos comuns ou diferentes derivados dos distintos saberes e experiências.
Recordamos que a participação neste Fórum é obrigatória e será devidamente considerada na nota final do curso.
Esperamos as suas intervenções e, caso pretendam ilustrar melhor sua participação, material fotográfico relacionado com iniciativas válidas de resposta à crise.
Bem-vindos ao Fórum!
José Manuel Pinotes
Tutor do Curso
Re: Fórum de Trabalho Intermédio sobre os efeitos da crise atual no nosso território de referência
Estimadas(os) colegas de curso:
A Democracia só se consolida, só ganha consistência, se existir no nível da subjetividade dos indivíduos e dos grupos e em todos esses níveis, com novas atitudes,novas sensibilidades, novas práticas , que impeçam a volta de velhas estruturas.
Tomando como base as questões sugeridas pelo nosso tutor, gostaria de iniciar com algumas reflexões feitas a partir do Brasil, do Estado do Rio Grande do Sul, cidade de Porto Alegre. Pensando ao largo destes últimos, no que se refere a crise mundial e seus reflexos no Brasil, percebemos que desde seu início a política adotada a nível nacional foi a de tentar reduzir ao máximo os reflexos de tal crise no nosso Pais. Foram adotadas medidas de apoio ao grande capital, como por exemplo, política de subsídios, política de redução de impostos, buscando assim aumentar o consumo de bens, de automóveis, de eletrodomésticos, enfim, redução de impostos para aumentar o consumo, redução da taxa de desempregados no país. Esta é a equação da política econômica no País.aparentemente a equação ainda está funcionado, se pensarmos em termos de taxas,índices e números... Pensando no regional (no Rio Grande do Sul) o que sentimos é uma crise política, de um governo que tropeçou em suas próprias artimanhas de corrupção e não consegue levar a cabo uma política de desenvolvimento econômico-social, mesmo com o Estado recebendo investimentos federais.
O que temos são experiências regionais e locais, algumas bem sucedidas outras nem tanto, mas se observarmos mais detalhadamente o sucesso só se estabelece naquelas instituições, naquelas organizações e naqueles grupos em que há uma efetiva participação da sociedade civil, um real envolvimento das comunidades, dos grupos, dos sujeitos com consciência coletiva; é o que percebemos da nossa prática com grupos de mulheres. Apostamos na construção coletiva, na pluralidade, na diversidade, na opção,na autonomia das mulheres ,em que o poder de decisão se encontra no grupo, considerado na sua totalidade.Onde a construção coletiva é de todos e para todos,e que na organicidade do grupo as individualidades se completam mutuamente nas várias funções e atividades que desenvolvem. Não é uma tarefa fácil, mas com certeza é muito gratificante para todo o grupo, e que agora está rendendo frutos, hoje o grupo sabe o que deseja e sabe estabelecer, por exemplo, as prioridades quanto as suas reais necessidades de qualificação para o trabalho. DIA 08 DE MARÇO.
DIA INTERNACIONAL DA MULHER. 100 ANOS
“Es con el trabajo que la mujer ha disminuido la distancia que la separaba de los hombre,el trabajo solo puede garantizar-le uma independencia concreta.” Simone de Beauvoir.
Adriana Santos
Re: Fórum de Trabalho Intermédio sobre os efeitos da crise atual no nosso território de referência
Prezados Colegas de curso . Envio aqui as minhas respostas e reflexões para o nosso Forum.
um abraço a todos
Amelia Queiroz
São João da BOa Vista - São Paulo/ Brasil
De que forma a crise atual tem afetado o seu território de referência e o seu processo de desenvolvimento?
As minhas reflexões acerca influencia da crise no meu território são muito parecidas com a nossa colega de curso Adriana Rosa Santos . No Brasil, no que se refere a crise mundial e seus reflexos , a política adotada a nível nacional foi a de tentar reduzir ao máximo os reflexos de tal crise no nosso Pais. Foram adotadas medidas de apoio ao grande capital, como por exemplo, política de subsídios, política de redução de impostos, buscando assim aumentar o consumo de bens, de automóveis, de eletrodomésticos, enfim, redução de impostos para aumentar o consumo, redução da taxa de desempregados no país. Estas ações pelo manos até agora minimizaram os efeitos da crise sendo que no estado de São Paulo e algumas regiões do pais os números mostram que já estamos com os mesmos valores do período pré crise.
- Quais as principais ações desenvolvidas para contrariar ou minimizar os seus efeitos?
Quando a crise chegou nós estávamos no nosso Município na maior velocidade na execução do programa de geração de emprego e renda captando novos negócios para o Município e iniciando a formação de mão de obra necessária ao desenvolvimento econômico previsto. Como a crise se estabeleceu no final do ano, demos um tempo até a primeira quinzena de janeiro e nesta data reunimos todos os empresários da cidade para discutir o que era esta crise e o quanto ela poderia afetar os negócios locais. Deste encontro foram desencadeadas varias ações: o sistema financeiro local colocou á disposição dos empresários (micro, pequeno, médio e grande) técnicos para avaliar as questões financeiras e auxiliar na obtenção de credito se necessário, a Agencia de Desenvolvimento onde eu trabalho ficou encarregada de acompanhar as possíveis demissões e se possível negociar com os Sindicatos a possibilidade de o Governo Federal pagar os salários dos funcionários enquanto os mesmos passavam por programas de qualificação de mão de obra. Esta pratica foi possível em muitas partes do pais. Na nossa região isto não foi necessário. Apenas uma empresa realmente demitiu funcionários em numero de 100. Estes funcionários formam todos convidados para fazer os cursos de qualificação, mas a grande maioria estava se aposentando e não se interessaram. As demais empresas que demitiram na verdade aproveitaram o momento para demitir empregados com problema de desempenho e justificaram a crise. Nós não levantamos esta questão junto ás empresas uma vez que seria criado um conflito desnecessário. O que fizemos foi acompanhar as demissões e encaminhar estes demitidos para os programas de qualificação. No ano de 2009 foram capacitados: 1330 trabalhadores , hoje temos 751 em treinamento e o nosso planejamento para 2010 está prevendo 2460 vagas de cursos. No mês de abril faremos um contato um a um dos trabalhadores que fizeram os cursos para saber a avaliação deles sobre o programa e identificar se eles estão trabalhando, em caso positivo se na área do curso e colher desta população sugestões e necessidades para a continuidade do nosso trabalho. São João da Boa Vista está recebendo 20 novas empresas sendo que a maioria do setor metal mecânico. Quando a crise chegou todas estas empresas já estavam construindo seus prédios por aqui . A crise eventualmente atrasou a implantação das mesmas em alguns meses , mas na verdade perdemos apenas 2 delas por efeito da crise. Em contrapartida recebemos uma multinacional americana do ramo automotivo que fechou varias unidades no mundo inteiro, incluindo no Brasil e construiu mais uma planta no nosso território e hoje é unidade de São João da Boa Vista é a maior planta desta empresa no mundo.
As ações desenvolvidas em seu território foram implementadas isoladamente pelos atores locais ou refletem uma ação promovida a um nível mais alargado, regional, nacional ou mesmo internacional?
Acredito que elas foram desenvolvidas isoladamente pelos atores locais, poder publico, empresários, sindicatos, instituições e população . Nós continuamos a trabalhar e penso que em função da crise trabalhamos mais ainda e quando o pais percebeu que a crise havia sido reduzida nós estávamos na frente em mão de obra, terrenos disponíveis com infra estrutura pára construção de empresas, universidades abrindo novos cursos , população otimista e etc. Enfim a cidade estava mobilizada na questão da geração de emprego e renda e se preparando para o crescimento econômico. Sem duvida nenhuma tudo isto somente foi possível por conta da integração efetiva dos poderes públicos estaduais , municipais , dos empresários , sindicatos e população, mas acima de tudo o que facilitou muito foi que a crise não nos afetou diretamente, na verdade ela foi um catalisador para todos os atores se juntarem e trabalharem juntos.
Em que medida consideram que o vosso território tem sabido responder aos desafios da crise, antecipando soluções ou respondendo a posteriori aos seus efeitos?
O nosso município tem se antecipado aos desafios,. Trabalhamos com uma perspectiva de futuro de médio prazo. Na minha forma de ver deveríamos trabalhar com visão de 20 anos , mas isto é impossível por aqui. Primeiro porque no aspecto político a visão é de 4 anos( período em que aquele político está no poder) e na visão empresarial os empresários ainda não se habituaram a pensar com espaços de tempo tão grandes. Pensar no longo prazo tem sido um desafio para a Agencia de Desenvolvimento. Este na verdade é o ponto fraco do nosso trabalho, ter um planejamento definido, escrito, estabelecido, com resultados e indicadores para 10 e 20 anos.
Re: Fórum de Trabalho Intermédio sobre os efeitos da crise atual no nosso território de referência
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> A região Lazio, assim como outras regiões do país está tendo problemas gerados pela crise econômica mundial e pela resposta que as instituições nacionais estão dando. Nos países europeus a crise financeira foi muito forte por terem, os países da União Europeia, relações muito fortes com organizações estadunidenses afeitadas pela crise. As medidas para enfrentar a difícil situação econômica, que teve logo repercussões na situação social e nos níveis de emprego, foram diferentes nos diferentes estados. Na Itália, mesmo sendo o nosso país menos afeitado pela inicial crise financeira, a minha opinião é que a intervenção pública nacional para sustentar a sociedade e a economia foram inadequadas. Os efeitos da crise, ainda estão gerando graves problemas e as industrias grandes, medianas e, sobre tudo, pequenas estão pagando um preço alto em termos de ocupação, falta de recursos, dividas e diminuição da produção para o mercado local, nacional e internacional.
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> As politicas econômicas e sociais nacionais são insuficientes para contrastar o fenômeno da crise. Trata-se de pequenas contribuições econômicas as partes mais vulneráveis da população. A nível regional, foram desenvolvidas medidas interessantes e inovadoras, como por exemplo, o salario minimo garantido para as pessoas que perderam o emprego, que pela primeira vez foi ativado na região.
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> Acredito que teve muitos casos de ações similares em outras partes da Itália e da Europa. O que é diferentes é o tamanho destas ações e a capacidade receptiva do território. O meu ponto de vista é que um fator fundamental para enfrentar positivamente as crises é a capacidade de investir em pesquisa e tecnologias. Um território que realize ações significativas e de mediano e longo prazo no setor da pesquisa e do desenvolvimento tecnológicos, vai ser avantajado na direção de sair da crise.
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> Em outros contextos europeus o investimento público neste setor foi realmente muito forte. No caso da Itália, em que já antes da crise internacional a situação econômica estava praticamente bloqueada por defeitos estruturais do pais, o valor da pesquisa e do desenvolvimento das tecnologias torna-se ainda mais importantes. Neste sentido, algumas regiões como a região Lazio intentaram estimular estos aspeitos, mas acredito que uma politica nacional forte e em coordenação com os territórios seria bem mais eficaz.
Re: Fórum de Trabalho Intermédio sobre os efeitos da crise atual no nosso território de referência
Queridos colegas,
Vou apresentar as minhas reflexões sobre a situação da crise econômica no Brasil em geral e no meu território em particular, ou seja, o território dos Vales do Curu e Aracatiaçu no estado do Ceará.
A crise econômica internacional que se iniciou em meados de 2007 tem gerado, no Brasil, perdas financeiras e desaceleração do crescimento. Esta crise tem sido acompanhada por pressão inflacionária. No Brasil, por seu turno, além da desaceleração, dos riscos financeiros e da pressão inflacionária, há reversão da tendência de afrouxamento da restrição de balanço de pagamentos iniciada em 2003.
Os impactos têm sido imediatos e severos: queda da bolsa de valores, subida do risco Brasil e desvalorização do câmbio; em razão da venda de papéis brasileiros (ações, títulos públicos e outros papéis de empresas) pelos fundos de investimentos, com o objetivo de compensar as perdas nos mercados americano e europeu, bem como em busca de uma maior segurança nos títulos do governo dos EUA. Adicionalmente, a redução da liquidez nos mercados financeiros internacionais vem implicando aumento do custo do (re)financiamento externo para as empresas brasileiras, além de diminuição do crédito na economia brasileira (para exportadores, agricultura, bancos menores e consumo de bens duráveis). Para agravar ainda mais a situação, empresas exportadoras vêm tendo elevados prejuízos no mercado de câmbio, em operações com derivativos.
No Brasil, o agravamento da crise obrigou o governo a mudar o discurso da “blindagem” ou do “descolamento” da economia brasileira em relação aos EUA, levando o Banco Central do Brasil a adotar as seguintes medidas: 1- leilões para venda de dólares com cláusula de recompra, vendas de dólares das reservas e vendas de dólares no mercado futuro; 2- reduções sucessivas dos depósitos compulsórios e 3- edição de uma medida provisória que possibilita ao Banco do Brasil e à Caixa Econômica Federal comprarem instituições financeiras privadas e tornarem-se sócios de empresas construtoras. Por outro lado, a estratégia de elevação da taxa de juros – num momento de clara tendência de desaceleração da atividade econômica –, já é questionada no interior do próprio governo. No entanto, essa não vai ser uma escolha trivial; numa economia sem controle dos fluxos de capitais, a elevação da taxa de juros também é utilizada com o objetivo de tentar impedir a fuga de capitais nos momentos de crise. Ademais, as restrições externas – com redução dos saldos da balança comercial e crescimento do deficit da conta de transações correntes – forçarão a redução do ritmo de atividade econômica.
Algumas medidas do governo o combate a crise: no setor automobilístico, anunciou a abertura de uma linha de crédito de R$ 4 bilhões que foi implementada via Banco do Brasil para a normalização do crédito para compra de veículos. Com essa medida, o setor está atendido em novembro e dezembro, lembrando que o setor responde por quase 25% do PIB industrial do país. O BNDES também terá um reforço de caixa de R$ 10 bilhões para dar capital de giro para grandes e médias empresas. São R$ 10 bi a mais, além dos R$ 90 bi que estavam previstos para 2008.
Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, “não se trata de ajuda, é dar condições de liquidez para as empresas”. O Banco do Brasil deve criar uma linha de crédito de R$ 5 bilhões para micro e pequenas empresas. Para que as empresas tenham mais capital de giro para financiar as suas atividades foi ampliado o prazo de pagamento dos impostos federais como IPI, Pis e Cofins.
O governo também lançou vários programas, como: Programa de Aceleração do Crescimento - vai aplicar em quatro anos um total de investimentos em infraestrutura da ordem de R$ 503,9 bilhões, nas áreas de transporte, energia, saneamento, habitação e recursos hídricos. A expansão do investimento em infraestrutura é condição fundamental para a aceleração do desenvolvimento sustentável no Brasil. Dessa forma, o País poderá superar os gargalos da economia e estimular o aumento da produtividade e a diminuição das desigualdades regionais e sociais. E o território dos Vales do Curu e Aracatiaçu será beneficiado com este programa e com as ações do Programa Territórios da Cidadania - tem como objetivos promover o desenvolvimento econômico e universalizar programas básicos de cidadania por meio de uma estratégia de desenvolvimento territorial sustentável. A participação social e a integração de ações entre Governo Federal, estados e municípios está sendo fundamental dessa política. Portanto, o Brasil e, em especial, o nosso território têm enfrentado a crise com excelentes políticas.